segunda-feira, 23 de julho de 2012

AMOR = FANTASIA

Nunca trepei sem amar, por isso tenho ciúmes quando alguém que está comigo trepa com outro alguém, porque eu só trepo por amor, e só por amor, só tenho tesão através do amor, e a minha mais insólita fantasia é o amor, somente o amor! Me desculpem se tenho essa tara específica. Tonico.
Meu ídolo é a vida. A vida de qualquer ser humano que respira, é neles que me adubo, como terra que sou, para reproduzir essa imensidão infinita de seres humanos que me habitam para levá-los ao meu veículo de comunicação chamado pobremente de interpretação.
Não quero ser cremado, não quero ser enterrado, aliás, devo dizer: não quero morrer! Ou Não me cremem, não me enterrem, aliás, não me matem!

SOLIDÃO

Que momento é este? Estou empregado, mas não trabalhando. É onde os meus fantasmas internos surgem com a força de um furacão, tomam os meus pensamentos e me deixam moribundo, doente mesmo, com a falta de atividade, as mais variadas, ou qualquer uma que possa me libertar da solidão. Solidão. Tonico.
Tenho que me policiar, as fantasias não podem ser preponderantes. Só uma me deixa pleno, não preciso dizer qual, mas direi, para que seja ouvida por quem interessar possa. O amor. Tonico.
Mais que de terapia, eu preciso é de teatro na veia.

LANÇAMENTO

Se o editor não der para trás (epa!) o livro “Toniquices do Pereira (O Analfabeto que Escreve)” estará pronto no final de agosto. Eu, pessoalmente, recomendo que comprem o livro, leiam o prefácio maravilhoso de Geraldinho Carneiro e joguem o livro fora, porque o resto são bobagens de uma mente insana que só pensa em Sexo, Vinho e Baião. Tonico.